O amor sempre morre...
Num final de tarde,
Em uma nesga de tempo,
Num rasgo de desilusão
de forma tempestuosa
entre lençóis...
Morre no silêncio das vozes,
Em ecos solitários,
Perambulando por praças,
cinemas,ruas escuras
Na inércia dos sentidos...
O amor morre restando apenas
o rastro de um leve beijo nos cabelos
e o ruído doloroso da porta,
Se fechando...
Marcia Portella
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